22 abril 2015

A maior idiotice

Então compreendi perfeitamente o que gerava a dor. Não era o corte com a ponta da faca, a topada na quina da cama, o amigo que não liga mais, o café que sujou o fogão, as palavras duras, as notícias na TV, obviamente isso soma-se ao fardo, mas não é ele em si. A dor era gerada pela sede insaciável do nada. Pois quando não se tinha o que queria sofria e quando conseguia almejava outra coisa para sofrer. E é por essa sede que os humanos consomem seus dias, pelos futuros que nunca virão ou que serão fadados quando chegarem. E a maior idiotice era perceber: eu também era um desses tais que nunca estava de barriga cheia.
Fernando Pessoa.  

Noite a três: fotógrafa faz ensaio com casais 'grávidos' na Rússia

Jana Romanova criou a série fotográfica "Waiting" ("Aguardando") depois que vários casais que conhecia ficaram grávidos e tiveram que enfrentar as mudanças trazidas pela maternidade e paternidade.
A artista russa reuniu retratos de 40 casais "grávidos" feitos ao longo dos últimos anos, entre eles alguns encontrados com a ajuda de rede sociais.
Romanova acredita que hoje este trabalho funcione como uma radiografia da Rússia contemporânea.
Agora, ela está fazendo uma campanha de arrecadação de fundos para publicar estas fotos em livro.
(Todas as fotografias são cortesia de Jana Romanova: www.janaromanova.com)
Romanova contou à BBC que sua vida entrou em uma nova fase em 2009, quando diversos casais de amigos ficaram grávidos e todas as conversas passaram a girar em torno deste tema.
Além de fotografar os amigos, ela entrou em contato com outros casais que não conhecia por meio das redes sociais, conseguindo que alguns aceitassem serem fotografados.
Romanova garante que existe algo “encantador e mágico na simetria de seus corpos”.
A fotógrafa explicou que logo se deu conta de que as imagens não são apenas sobre casais, mas também sobre os quartos onde elas foram feitas.
Romanova acredita que as fotos “dizem muito sobre como vivem os casais hoje em dia nas grandes cidades russas, mais de duas décadas depois do fim da União Soviética".
Em alguns casos, para fazer as fotografias, Romanova dormiu na casa destes casais e, em silêncio, entrou em seus quartos por volta das 4h ou 5h da madrugada.
Em outros casos, os casais deram as chaves de seus apartamentos para que ela entrasse nas primeiras horas da manhã.
Muitas das imagens foram feitas durante o fim de semana, aproveitando que os casais não tinham de ir trabalhar.
Com muito cuidado, Romanova colocava uma escada no extremo das camas para fotografar.
Segundo a artista, a maioria das pessoas retratadas têm entre 20 e 30 anos de idade e "fazem parte das últimas gerações nascidas antes do fim da União Soviética".
Jana Romanova

Cadela São Bernardo tem 20 filhotes de uma vez só em parto de 38h no RS

Uma cadela da raça São Bernardo deu cria a 20 filhotes neste final de semana em Rolante, no Vale do Paranhana, no Rio Grande do Sul. A ninhada surpreendeu vendedora Ana Cláudia Klein, de 22 anos, dona do macho e da fêmea que cruzaram. Ela conta que, em meio a um parto que já durava quase 20 horas, precisou levar a cadela a uma clínica veterinária.
São Bernardo teve 20 filhotes; desses, 11 sobreviveram (Foto: Ana Cláudia Klein/Arquivo Pessoal)
"Começou na sexta-feira às 8h, até as 5h da madrugada. Ela deu 10 filhotes em casa. No sábado ao meio-dia levei para o veterinário, em Taquara, porque não saíam mais os outros e ela começou a passar mal. Foi um susto quando o veterinário ligou dizendo que tinha mais 10", contou a proprietária dos animais.
Dos 20 filhotes, 11 sobreviveram. Os outros nove, que nasceram já na clínica veterinária, de cesariana, não resistiram. "Eles sofreram uma anestesia junto com a mãe, e fechou 38 horas desde o primeiro que nasceu até o último", conta a vendedora.
São Bernardo teve 20 filhotes; destes, 11 sobreviveram (Foto: Ana Cláudia Klein/Arquivo Pessoal)
A mãe, Una, de três anos, passa bem. O cruzamento foi feito com outro São Bernardo puro, o Alvin, da mesma idade. Os dois cães são de Ana, que passou pela primeira experiência com cruzamento. A jovem, que vive com os pais, pensa em vender quase todos os cãezinhos. "Pretendo ficar com uma femeazinha ou um machinho", conta.
O professor da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Marcelo Alievi afirma que o número de filhotes “extrapolou” a quantidade média de ninhadas em animais de grande porte, como é o caso da raça São Bernardo. Alievi ainda explica que a morte de alguns filhotes é uma situação esperada em partos como estes.
“É uma situação que depende muito da raça. Claro que em cães de grande porte a ninhada esperada sempre é maior. Mas normalmente entre oito a 12 filhotes. Já fiz partos na clínica de 15 filhotes. Era uma cadela da raça Fila. Agora 20 realmente é uma coisa que extrapolou a média”, diz veterinário.
“No caso das mortes, provavelmente os filhotes tiveram algum sofrimento fetal pela dificuldade do parto, mas dentro de uma ninhada tão grande é uma situação que deve ser esperada”, acrescenta.
Ana junto com Alvin e Una, pai e mãe da ninhada (Foto: Ana Cláudia Klein/Arquivo Pessoal)

21 abril 2015

O surpreendente lado ruim de ser inteligente

Temos uma tendência a pensar em gênios como seres atormentados por angústias existenciais, frustrações e solidão – a escritora Virginia Woolf, o matemático Alan Turing e até a fictícia Lisa Simpson são estrelas solitárias, isoladas apesar de seu brilho.
A questão pode parecer um assunto que atinge apenas alguns poucos privilegiados – mas os conceitos e ideias por trás dessa impressão repercutem em quase todos nós.
Boa parte do sistema educacional ocidental é direcionada a melhorar a inteligência acadêmica. Apesar de suas limitações serem conhecidas, o Quociente de Inteligência (QI) ainda é a principal maneira de medir habilidades cognitivas. Cada vez mais gente gasta fortunas em atividades de treinamento do cérebro para tentar melhorar sua pontuação. Mas e se essa busca pela genialidade for uma tarefa para tolos?
As primeiras respostas para esses questionamentos surgiram há quase um século, no auge da Era do Jazz americana. Na época, o teste de QI ganhava popularidade após ter se provado útil nos centros de recrutamento de voluntários durante a Primeira Guerra Mundial.
Os altos e baixos de pequenos gênios
Estudos mostraram que pessoas com alto QI sofrem mais de ansiedade
Em 1926, o psicólogo Lewis Terman decidiu usar a prova para identificar e estudar um grupo de crianças superdotadas. Ele selecionou 1,5 mil alunos da Califórnia com QI maior que 140 – 80 deles com mais de 170 de QI. O grupo ficou conhecido como os “Termites”, e os altos e baixos de suas vidas ainda são estudados hoje em dia.
Como era de se esperar, muitos dos Termites cresceram para fazer fama e fortuna. Nos anos 1950, eles ganhavam um salário médio que correspondia ao dobro do de pessoas “comuns”.
Mas, inesperadamente, muitas crianças no grupo de Terman preferiram profissões menos glamorosas, como policial, marinheiro ou datilógrafo. Os Termites também não foram particularmente mais felizes do que o cidadão americano comum, com os níveis de divórcio, alcoolismo e suicídio semelhantes ao da média da população do país.
A moral da história é que, na melhor das hipóteses, um grande intelecto não faz diferença em relação à sua satisfação com a vida. Na pior, ele pode significar uma sensação maior de vazio.
Isso não quer dizer que todo mundo com um QI alto seja um gênio torturado, como a cultura popular nos faz crer. Mas ainda é assim, é algo intrigante. Por que os benefícios de ter uma inteligência abençoada não aparecem a longo prazo?
Fardo pesado e preocupação excessiva
Muitos jovens superdotados chegaram à maturidade com mais frustrações
Uma possibilidade é a de que a consciência de alguém sobre seus próprios talentos intelectuais tenha se tornado uma carga pesada. De fato, nos anos 1990, quando alguns dos Termites tinham quase 80 anos, eles olhavam para trás e, em vez de se vangloriar de seus sucessos, diziam ter sido perseguidos pela sensação de que não corresponderam ao que esperavam atingir quando jovens.
Essa sensação de fardo – principalmente quando combinada com as expectativas dos outros – é uma constante para muitas outras crianças superdotadas. Um dos casos mais famosos – e tristes – é o da britânica Sufiah Yusof. Admitida na prestigiada Universidade de Oxford aos 12 anos, ela abandonou os estudos na área de Matemática antes de se formar e começou a trabalhar como garçonete. Depois disso, tornou-se garota de programa e ficou conhecida por recitar equações para os clientes durante o sexo.
Outra reclamação comum é a de que pessoas mais inteligentes geralmente têm uma visão mais clara sobre os problemas do mundo. Enquanto o resto de nós se mantém distante das crises existenciais, os gênios perdem o sono sofrendo pela condição humana e pelos erros dos outros.
A preocupação constante, de fato, pode ser um sinal de inteligência – mas não da maneira que os filósofos de poltrona imaginaram. Alexander Penney, da MacEwan University, no Canadá entrevistou estudantes universitários sobre vários tópicos e descobriu que aqueles com o QI mais alto realmente se sentiam mais ansiosos.
Mas curiosamente, a maioria das preocupações era banal e cotidiana. “Eles não se inquietavam por coisas muito profundas, mas se preocupavam mais frequentemente sobre mais coisas”, diz Penney. “Se algo ruim acontecia, eles passam mais tempo pensando naquilo.”
Ao examinar com mais atenção, Penney também descobriu que isso se relaciona com a inteligência verbal, testada em jogos de palavras nos exames de QI. Ele acredita que uma maior eloquência pode ajudar o indivíduo a verbalizar suas ansiedades e remoer mais seus pensamentos. O que não é necessariamente uma desvantagem. “Eles tendem a solucionar problemas mais rapidamente do que a maioria das pessoas”, afirma.
Pontos ‘cegos’
A verdade nua e crua, no entanto, é que uma maior inteligência não equivale a tomar decisões mais sábias. Na realidade, a situação pode até tornar as decisões mais equivocadas.
Keith Stanovich, da Universidade de Toronto, passou a última década preparando testes de raciocínio e descobriu que decisões justas e independentes não estão nem um pouco relacionadas ao QI.
Segundo ele, os indivíduos que se saíam melhor em testes cognitivos padrão são na realidade um pouco mais vulneráveis a terem um “ponto cego de predisposição”. Ou seja, eles têm menos capacidade de enxergar seus próprios defeitos, mesmo quando são capazes de criticar os pontos fracos dos outros.
Eles também tendem a ser vítimas da “ilusão do apostador” – a ideia de que se uma moeda cai indicando “cara” dez vezes, ela terá mais chances de cair em “coroa” na 11ª vez.
Uma tendência a confiar mais nos instintos do que no pensamento racional pode explicar porque um número surpreendente de membros da associação britânica de superdotados Mensa acredita em atividades paranormais. Ou por que alguém com um QI de 140 têm duas vezes mais chances de estourar seu cartão de crédito.
Stanovich enxerga esses vieses em todas as camadas da sociedade. “Existe muita irracionalidade no mundo de hoje – pessoas fazendo coisas irracionais apesar de terem uma inteligência mais que adequada”, afirma. “Essas pessoas que ficam espalhando memes antivacinação para pais ou disseminando erros de informação na Internet são em geral pessoas com uma inteligência e uma educação acima da média.” Obviamente, pessoas inteligentes podem ser perigosamente, e bobamente, enganadas.
O lado bom
Portanto, se a inteligência não leva a decisões racionais ou a uma vida melhor, quais as suas vantagens? Igor Grossmann, da Universidade de Waterloo, no Canadá, acredita que temos que prestar mais atenção a um conceito antiquado: a sabedoria.
Sua abordagem é mais científica do que parece. “O conceito de sabedoria tem uma qualidade etérea”, admite. “Mas se olharmos para a pura definição de sabedoria, muitos vão concordar que se trata da ideia de alguém que pode fazer um julgamento bom e sem amarras”.
Em um experimento, Grossmann apresentou a voluntários vários dilemas sociais – que iam desde o que fazer sobre a guerra pela Crimeia a crises que leitores descrevem em colunas de aconselhamentos sentimentais de jornais.
Conforme os voluntários falavam, um painel de psicólogos julgava seus argumentos e sua tendência a uma ideia preconcebida.
Os que mais pontuaram acabaram predizendo maior satisfação com a vida, mais qualidade de relacionamento, e menos ansiedades e preocupações – todas as qualidades que parecem faltar a pessoas enquadradas no conceito clássico de inteligência.
Crucialmente, Grossmann descobriu que um alto QI não necessariamente significa maior sabedoria.
Aprender a saber
No futuro, empregadores podem começar a empregar testes como os de Grossmann para examinar outras capacidades intelectuais em vez do QI. A área de recursos humanos do Google, por exemplo, já anunciou que planeja avaliar candidatos com base em qualidades como “humildade intelectual”, em fez de pura proeza cognitiva.
Felizmente, a sabedoria pode vir do treino, segundo Grossmann. Ele ressalta que nós normalmente temos mais facilidade em deixar para trás nossas predisposições quando levamos outras pessoas em consideração em vez de nós mesmo.
Com isso, ele descobriu que simplesmente falar sobre seus problemas na terceira pessoa (“ele” ou “ela” em vez de “eu”) ajuda a criar a distância emocional necessária, diminuindo preconceitos e levando a argumentos mais sábios. Novos estudos devem gerar novos truques semelhantes.
O desafio vai fazer com que as pessoas admitam seus próprios defeitos. Mesmo se você conseguiu repousar sobre os louros da sua inteligência durante toda a vida, pode ser muito difícil aceitar que ela vem atrapalhando seu julgamento. Como disse o filósofo Sócrates, “o sábio é aquele que pode admitir que não sabe nada”.
Fonte: BBB

Milionária pinta casa com listras vermelhas para se vingar de vizinhos

Na pacata rua South End, no distrito de Kensington, uma das áreas mais nobres de Londres, no Reino Unido, uma casa se destaca na paisagem.
Quem passa por ali não consegue deixar de notar a fachada coberta por listras vermelhas e brancas, destoando radicalmente das tradicionais construções em estilo georgiano características desta região da cidade.
Mas não se trata de uma excentricidade de um milionário e, sim, de uma vingança.
A dona da propriedade, avaliada em 15 milhões de libras (R$ 60 milhões), tinha planos de demolir a casa e erguer, em seu lugar, uma nova construção de cinco andares, com um enorme porão onde seriam instalados uma piscina e uma academia.
Mas os vizinhos foram à Justiça e conseguiram que o plano fosse vetado. Como consequência, um belo dia, o bairro amanheceu com a casa pintada de listras brancas e vermelhas, destoando de forma gritante do resto das casas da rua.
A casa incomoda os vizinhos não só por sua estética, mas também por atrair turistas ao pacato bairro residencial.
"Há muitas pessoas aqui furiosas com isso", disse ao jornal Daily Telegraph a estudante Saskia Moyle, de 18 anos, que mora em frente à polêmica residência.
"É muito espalhafatoso, uma mistura de barraca de praia e circo. A rua toda está unida pelo ódio por esta casa."
 Agora listrada, casa destoa de outras residências do bairro londrino  (Foto: AFP)
Distúrbio
A autora da vingança é Zipporah Lisle-Mainwaring, de 71 anos, uma milionária que trabalha com incorporação de imóveis e que vive entre Londres e Genebra, na Suíça.
Ela teve seu pedido de reforma negado em julho de 2013 perla administração do distrito e Kensington e Chelsea, que avaliou que uma obra tão grande geraria distúrbios na área e que a escavação do solo poderia afetar as fundações de casas próximas. Lisle-Mainwaring entrou com um recurso e conseguiu uma aprovação, que depois foi rejeitada em instância máxima, após ação movida pelos moradores.
Mas, para pintar a casa, não era preciso obter uma permissão. Um porta-voz do distrito confirmou que vários moradores registraram queixa contra a pintura.
Os advogados de Lisle-Mainwarting afirmaram à imprensa britânica que ela não comentará sobre a polêmica.

Falsa promoção da Disney engana milhares de usuários no Facebook

Uma falsa promoção que promete uma viagem com tudo pago à Disney World está circulando no Facebook e enganando milhares de usuários. O post foi publicado em uma página criada recentemente com as mesmas fotos de capa e de perfil da página oficial da empresa.
A falsa promoção promete viagem à Disney e mais US$ 2 mil em dinheiro (Foto: Reprodução/Facebook)
Desde o último sábado (18), quando foi publicado, já teve mais de 88 mil compartilhamentos e 67 mil curtidas. A página falsa, chamada "Disney World.", foi curtida por mais de 40 mil pessoas.
O texto em inglês com a falsa promoção diz que a Disney vai dar a 150 pessoas a chance de ganhar, cada uma, 5 passagens com hospedagem de 7 dias em um resort 5 estrelas do complexo, além de passes "fura-fila" para os brinquedos e US$ 2 mil dólares em dinheiro.
"Para participar, apenas curta e compartilhe. Comentários dobram as chances de ganhar", afirma o post.
Procurada, a Disney confirmou ao G1 que a página não é oficial e que a promoção não existe. A página oficial do parque tem o selo de verificação conferido pelo Facebook a grandes marcas, empresas e celebridades (que pode ser identificado por um símbolo azul ao lado do nome da página).
A página falsa (acima), que copiou as fotos da página oficial (abaixo) (Foto: Reprodução/Facebook)

Trem japonês de levitação magnética atinge velocidade recorde de 603 km/h

Um protótipo do futuro trem japonês de levitação magnética atingiu nesta terça-feira a velocidade recorde de 603 km/h, informou a Central Japan Railways.
"Esta velocidade de 603 km/h se manteve por 10,8 segundos" quando o trem atravessava um túnel, destacou o porta-voz da companhia, afirmando que trata-se de um recorde mundial.
O teste, com pessoas a bordo, foi realizado na manhã desta terça-feira, em uma linha especial de 42,8 km em Yamanashi, no centro do Japão, onde este "maglev" é desenvolvido há anos.
No teste, o trem pulverizou seu próprio recorde, de 590 km/h, percorrendo mais de 10 km por minuto ou 170 metros por segundo.
O objetivo do teste era comprovar a estabilidade deste meio de transporte inclusive a uma velocidade muito superior à prevista para o serviço comercial.
A Central Japan Railways constrói atualmente uma nova linha vinculada a este "linear Shinkansen", que deve entrar em funcionamento em 2027 entre Tóquio e Nagoya, no centro do país, circulando a 500 km/h para cobrir uma distância de 286 quilômetros em 40 minutos.
Um protótipo do futuro trem japonês de levitação magnética atingiu nesta terça-feira a velocidade recorde de 603 km/h (Foto: Kyodo/Reuters)

19 abril 2015

Menina faz parto de irmã após assistir a procedimento em série de TV

Trinity Culley, de dez anos, pegou toalhas e ajudou mãe a dar a luz à irmã enquanto a família esperava uma ambulância para a maternidade
Uma menina britânica fez o parto de sua irmã depois de ver o procedimento explicado em uma série de TV.
Trinity Culley, de 10 anos, pegou toalhas e ajudou sua mãe a dar à luz sua irmã enquanto a família esperava uma ambulância para a maternidade.
O caso ocorreu em Fringringhoe, em Essex, no sudeste da Inglaterra.
Dee Culley, mãe de Trinity, diz ter ficado "maravilhada com a atitude da filha", mas ao mesmo tempo "constrangida dela ter visto tudo".
"Nós certamente não vamos precisar ter o papo do tipo 'de onde vêm os bebês' depois disso", brincou ela.
Dee, de 28 anos, contou que entrou em trabalho de parto duas semanas mais cedo do que o previsto, no último dia 31 de março.
"Trinity desceu as escadas e pegou toalhas para me cobrir", disse ela.
"Ela disse apenas, 'Está tudo bem, mãe, eu vi como se faz (o parto) no One Born Every Minute (série de TV)'".
Dee Culley, mãe de Trinity, diz estar "maravilhada" com atitude da filha
A mãe afirmou estar "extremamente orgulhosa" depois que sua filha fez seu parto na casa da família.
Segundo Dee, Trinity não tinha a permissão de assistir à série de TV, mas vinha acompanhando o desenrolar do programa "secretamente" em seu quarto.
Jasmin Elizabeth-Rose nasceu com 3,2 quilos. O parto durou aproximadamente "cinco minutos".
Culley disse que ela e seu marido, Terry, de 34 anos, estavam "extremamente orgulhosos" de sua filha mais velha.
Trinity recebeu um castigo por ter assistido à série na TV dentro de seu quarto que, de acordo com seus pais, "aquele tipo de coisa não era para ela".
"Ela (Trinity) virou-se para mim e disse, 'Bem, mãe, se eu não tivesse assistido à série, eu não teria como saber o que fazer, certo?'", contou Dee.

Argentina vira hit no Facebook ao revelar ‘segredo mais guardado das mulheres’

É uma lição de vida que, geração após geração, as mães passaram para as filhas e, mesmo assim, é um segredo para muitos homens. Até agora.
Recentemente, a argentina Luciana Ochoa ajudou a romper o silêncio e, de uma vez por todas, explicar aos homens por que, com bastante frequência, as mulheres levam mais tempo que os homens para ir ao banheiro na rua. Não, não se trata de um questão de vaidade.
No texto de autoria não identificada que foi publicado por Ochoa no Facebook, os homens aprendem com detalhes que tudo começa com uma vozinha da mãe dizendo: "Nunca, nunca mesmo, se sente em um banheiro público".
A postagem de Luciana que viralizou foi feita no dia 4 de abril, mas o texto já circula na internet pelo menos desde 2008.
Segundo ele, dependendo do estado do banheiro público, as mulheres têm duas opções: limpar o assento e cobri-lo com papel higiênico antes de sentar-se e a que Ochoa chama de "postura Ninja".
"'A posição' é uma das primeiras lições da vida de uma menina", diz o texto do post, que foi compartilhado mais de 110 mil vezes. "Super importante e necessária, irá nos acompanhar pelo resto de nossas vidas."
"Mas ainda hoje, mesmo adultas, é muito difícil manter 'a posição' quando nossa bexiga está a ponto de arrebentar."
A posição consiste em começar a dobrar as pernas como se fosse sentar, mas sem terminar de fazê-lo. O corpo nunca deve tocar o vaso sanitário; fica a meio caminho entre estar em pé e sentado.
Credito: Thinkstock
Mais dificuldade
O texto explica como o procedimento se complica quando a porta não tem tranca e/ou não há um gancho para pendurar a bolsa - as duas coisas podem acontecer ao mesmo tempo.
"É aí que sua coxa começa a tremer, porque você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas, a calcinha cortando a circulação da coxa, o braço esticado fazendo força contra a porta e a bolsa de 5 quilos pendurada no seu colo", relata.
Nos comentários, outras usuárias contaram peripécias que ocorrem atrás destas portas
O texto "O Grande segredo das mulheres" conta todas as peripécias que podem acontecer em um banheiro público, até o momento em que a mulher sai dele.
"Neste momento, você vê seu namorado, que entrou e saiu do banheiro dos homens e ainda sobrou tempo para ler um livro de Borges enquanto te esperava. 'Por que você demorou tanto?', ele pergunta, entediado. 'Tinha muita fila, você se limita a dizer'."
Após a publicação, Ochoa recebeu centenas de comentários, muitos dando mais detalhes do que ocorre porta adentro do banheiro das mulheres.
"Faltou [dizer] que você seca a mão no cabelo ou às vezes dá descarga e não tem água", escreveu Susana Recabarren.
Por sua parte, Fabiana Pardo conta como a situação se dificulta quando se trata de uma mulher que entra com a filha pequena e as duas precisam ir ao banheiro. "Aí está você, em um cubículo de 1 x 1 tendo que urinar como puder".
Alguns homens não esconderam seu espanto ao ler as revelações. "Pobres mulheres! Enquanto vocês passam por isso, nós fazendo competições para ver quem acerta bem no meio", escreveu Claudio Fabian Sidoli.

Imagens dos corpos: Chacina deixa oito mortos em sede de torcida do Corinthians

Oito pessoas morreram na noite deste sábado (18), depois de serem baleadas na sede do Pavilhão Nove, uma das torcidas organizadas do Corinthians. De acordo com a Polícia Militar, sete vítimas foram encontradas baleadas e mortas no local. Uma oitava também foi baleada, mas conseguiu fugir e foi levada ao Hospital das Clínicas pelo Samu, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
O caso foi registrado no Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Policiais que participaram do registro da ocorrência afirmaram ao G1 que a principal hipótese para o crime é uma briga envolvendo tráfico de drogas. Duas das vítimas tinham passagem por tráfico.
Os policiais descartam que a motivação do crime seria uma rixa entre torcidas, apesar do jogo entre Corinthians e Palmeiras marcado para a tarde deste domingo (19) na Arena Corinthians, em partida de semifinal do Campeonato Paulista.
Parentes e amigos dos mortos aguardavam a liberação dos corpos no IML (Foto: Márcio Pinho/G1)
De acordo com a GloboNews, um dos mortos é Fábio Neves Domingos, de 34 anos. Ele foi um dos presos na tragédia que marcou a estreia do Corinthians na Copa Libertadores da América, em 2013, contra o San José, da Bolívia. O jovem torcedor boliviano Kevin Douglas Beltrán Espada, de 14 anos, foi atingido por um sinalizador da torcida corinthiana e morreu. 
As demais vítimas são: Ricardo Prado, Marco Antonio Corassa Junior, André Luiz dos Santos de Oliveira, Mateus Fonseca de Oliveira, Jhonatan Garzillo e Mydras Schmidt, segundo informou o DHPP.
 Oito pessoas morrem depois de serem baleadas na sede da Pavilhão 9, na Ponte dos Remédios, em São Paulo, SP, na noite deste sábado (18) (Foto: Edison Temoteo/Futura Press/Estadão Conteúdo)
Execução
Testemunhas disseram à polícia que pelo menos dois homens armados invadiram a quadra da torcida, que fica embaixo da ponte dos Remédios, próximo à Marginal Tietê, por volta das 23h. Os torcedores prepavam bandeiras que seria levadas para o jogo deste domingo.
Segundo o DHPP, houve execução, já que as vítimas foram encontradas deitadas e próximas. Elas teriam sido obrigadas a se deitar pelos criminosos. Perto dos corpos foram encontradas cápsulas de pistola 9 mm.
O G1 tentou contato com representantes da torcida organizada, mas ninguém foi encontrado durante a madrugada e a manhã deste domingo (19).
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