01 setembro 2014

Jennifer Lawrence ameaça processar quem postar suas fotos íntimas

Jennifer Lawrence vai processar quem publicar fotos íntimas suas, disseram neste domingo (31) os representantes da atriz a diversos veículos de imprensa dos EUA, como o TMZ, o Buzzfeed e o site da revista "Variety".
"Este é um caso flagrante de violação de privacidade. As autoridades foram contatadas e vão processar qualquer pessoa que publicar as fotos roubadas de Jennifer Lawrence", disseram representantes da atriz à imprensa.
Fotos da atriz Jennifer Lawrence e outras famosas nuas foram divulgadas em redes sociais na internet neste fim de semana. Por conta das imagens, o nome da atriz é um dos mais citados no Twitter no Brasil neste domingo (31).
Os links para várias imagens foram divulgados no fórum da rede social Reddit e outros sites.
No fórum 4chan, supostas fotos nuas de outras famosas como as atrizes Kirsten Dunst, Victoria Justice e Mary Winstead, as cantoras Selena Gomez e Ariana Grande e a modelo Kate Upton circulam junto com as de Jennifer Lawrence. Algumas já comentaram o caso - Mary Winstead confirmou a veracidade das suas fotos; Victoria Justice e Ariana Grande negaram.
De acordo com o Buzzfeed, um hacker alega ter conseguido as fotos pelo serviço iCloud, da Apple, e diz ainda ter outras imagens de celebridades peladas ainda não divulgadas, como de Kim Kardashian, Rihanna, Mary-Kate Olsen e Avril Lavigne.
A atriz norte-americana Jennifer Lawrence, de 24 anos é estrela da franquia "Jogos vorazes" e ganhou o Oscar em 2013 pelo filme "O lado bom da vida".

31 agosto 2014

Veja fotos íntimas da atriz Jennifer Lawrence

Jennifer Lawrence foi vítima de um vazamento de fotos íntimas na internet. Neste domingo, 31, fotos da atriz nua foram espalhadas pela web. O caso é parecido com o que aconteceu com a atriz Scarlet Johansson, em 2011, que também foi vítima de vazamento de fotos.
No Brasil , o caso mais famoso aconteceu com a atriz Carolina Dieckmann, que passou por episódio semelhante em 2011.
O caso da atriz motivou a criação da Lei Carolina Dieckmann. Aprovada no Congresso no fim de 2012, a lei tipifica crimes virtuais. Com a nova lei, a pessoa que invadir computadores ou dispositivos móveis, como smartphones ou tablets, com a intenção de acessar dados sigilosos sem autorização ou disseminar vírus poderá ser condenada a cumprir prisão de três meses a um ano e a pagar multa pelos delitos informáticos. A punição pode ser ampliada se houve prejuízo econômico para as vítimas.
Veja as imagens aqui sem tarja: http://t.co/dgmDomlv6s
Jennifer Lawrence (Foto: Twitter / Reprodução)
Jennifer Lawrence (Foto: Twitter / Reprodução)
Segundo informações do site Buzzfeed, o hacker responsável pelo “vazamento” alega também ter fotos “comprometedoras” de outras celebridades, tais como Rihanna, Selena Gomez, Ariana Grande e Kim Kardashian. As imagens teriam sido conseguidas a partir de uma falha que permitia que o celular dessas famosas fossem “hackeados” através do iCloud, sistema da Apple que armazena arquivos em um ambiente virtual.
Famosa por estrelar a franquia “Jogos Vorazes”, Jennifer Lawrence viu seu nome ir para o topo dos Treding Topics mundiais – a lista dos temas mais comentados – do Twitter, por conta das polêmicas imagens. O hacker ainda garante ter vídeos explícitos da atriz.

30 agosto 2014

Trabalhador rural demitido por embriaguez será reintegrado ao emprego em Usina de Cidade Gaúcha - PR

Fonte: TST - Tribunal Superior do Trabalho
O atual nome da empresa não foi divulgado, para evitar maiores problemas.
Um trabalhador rural dispensado por justa causa após chegar embriagado ao serviço por três vezes consecutivas terá que ser reintegrado pela Usaciga – Açúcar, Álcool e Energia Elétrica. Para o ministro Walmir Oliveira da Costa, da Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, o comportamento do empregado despertava suspeita de alcoolismo, e, por isso, a empresa deveria encaminhá-lo para diagnóstico e tratamento antes de aplicar a punição.
Como o trabalhador não compareceu à audiência inicial, as alegações da empresa sobre seu comparecimento ao serviço embriagado por três vezes foram consideradas verdadeiras (confissão ficta). A sentença entendeu ser correta a aplicação da justa causa, uma vez que nada nos autos comprovava que o trabalhador era portador de alcoolismo crônico ou que os fatos ocorreram de forma bastante espaçada. Já o Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR) declarou nula a quebra contratual e determinou a reintegração do trabalhador ao emprego, com seu encaminhamento à Previdência Social para diagnóstico e tratamento.
A Primeira Turma do TST manteve a decisão regional e não deu provimento ao recurso da usina, que tentava manter a justa causa.  Relator do processo, o ministro Walmir Oliveira da Costa explicou que a CLT prevê a dispensa por justa causa aos empregados que apresentarem embriaguez habitual ou em serviço. Entretanto, após a classificação da dependência alcoólica pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como patologia grave, a jurisprudência cível e trabalhista passou a encarar o fato como doença grave e não como desvio de conduta.
Assim, segundo o ministro, a interpretação literal da norma celetista não é mais admitida para justificar a rescisão do contrato de trabalho antes do encaminhamento do empregado para tratamento médico. "A apresentação do empregado em estado de embriaguez habitual ou em serviço não mais enseja conduta punitiva do empregador, mas o encaminhamento para o órgão previdenciário para tratamento, culminado na concessão do benefício previdenciário, caso detectada a irreversibilidade do caso," destacou.
A decisão foi unânime.
O número do processo foi omitido para preservar a intimidade do trabalhador.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que a usina Usaciga, com sede em Cidade Gaúcha, no norte do estado, reintegre um trabalhador rural demitido por justa causa depois de chegar três vezes consecutivas embriagado ao trabalho. A decisão foi divulgada nesta terça-feira (26).
De acordo com o ministro Walmir Oliveira da Costa, da Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, o caso era de alcoolismo, e não de embriaguez — portanto, a empresa deveria encaminhá-lo para tratamento antes de mandá-lo embora.
O trabalhador não compareceu à audiência inicial, na qual o juiz entendeu que a aplicação da justa causa era correta. O Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-PR), porém, declarou nulo o fim do contrato e determinou a recontratação do trabalhador ao emprego, além de encaminhamento à Previdência Social, para diagnóstico e tratamento.
A empresa entrou com recurso, mas o TST manteve a decisão regional e não aceitou, alegando que o alcoolismo é considerado patologia grave pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o que descaracteriza o desvio de conduta para justificar a justa causa.
"A apresentação do empregado em estado de embriaguez habitual ou em serviço não mais enseja conduta punitiva do empregador, mas o encaminhamento para o órgão previdenciário para tratamento, culminado na concessão do benefício previdenciário, caso detectada a irreversibilidade do caso," destacou o juiz.
Ao G1, o advogado da empresa, Henrique Soares, disse que a Usaciga ainda não foi comunicada formalmente sobre a decisão. Ele afirma, no entanto, que a usina respeita a decisão do TST, mas, após a publicação do acórdão, deve recorrer, já que, diz ele, não foi comprovado que o funcionário sofria de alcoolismo.

29 agosto 2014

Opus Dei: o exército do papa

Imagine sua mente sendo monitorada 24 horas por dia. Você está num lugar onde não é permitido ver televisão ou ir ao cinema. Até o jornal chega editado às suas mãos. Ninguém pode ter amigos do lado de fora e o contato com a família é restrito.
Pelo menos duas horas por dia, você tem de amarrar um cilício na coxa – espécie de instrumento de tortura com pontas metálicas que machucam a pele. Quanto maior for o seu desconforto, melhor: isso significa que a instituição está exercendo mais controle sobre você. Se doer demais, tudo bem, você poderá trocar de coxa na próxima vez. O importante é que a experiência não passe em branco. Tem de machucar, deixar marcas. Caso contrário, não “faz efeito”.
Castidade
Se tudo isso já parece um pesadelo, saiba que ainda não acabou. Uma vez por semana, você terá também de golpear suas nádegas ou suas costas com um chicote. E ainda passará pelo que é chamado de “sinceridade selvagem”: contar aos seus superiores cada pensamento que passa pela sua cabeça, principalmente aqueles segredos mais íntimos, sobre os quais não se comenta nem no banheiro, de porta fechada e luz apagada. Se você não revelar tudo, mas tudinho mesmo, estará mantendo um “segredo com Satanás”.
As situações descritas acima não ocorrem nos porões de uma ditadura ou no ritual de alguma seita satânica, muito pelo contrário. Elas são rotina nas residências do Opus Dei, onde vivem os chamados numerários – membros da organização religiosa que fazem voto de castidade e estão ali por opção, para “santificar” o mundo. A maioria tem profissão e trabalha normalmente, como outra pessoa qualquer. Mas seus salários vão direto para o Opus. Muitos foram recrutados ainda bem jovens.
“O aliciamento acontece na infância ou na juventude, pois é mais fácil doutrinar uma personalidade ainda em formação. Eles começam levando crianças para brincar numa espécie de clube e vão seduzindo aos poucos”, diz um ex-numerário, que só aceitou falar com nossa reportagem mediante o compromisso de não ser identificado. “Eu mesmo convidava colegas de escola para fazer parte do clube. Obedecia ao que o diretor mandava: ‘Não conte que é do Opus. Leve primeiro para conhecer o centro, faça com que a pessoa se envolva’.”
O Opus Dei não é feito só de numerários: há também os supernumerários. Esses podem se casar, ter filhos e viver em suas próprias casas, embora também recorram à penitência física – ou mortificação corporal – como uma forma de controlar instintos pecadores. Uma das funções secretas desses membros, de acordo com os críticos da organização, seria ocupar posições de liderança na sociedade – seja num cargo político, na direção de uma grande empresa, na presidência de um banco, na reitoria de uma universidade ou na chefia de um veículo de comunicação. Do alto desses postos de comando, a capacidade de expansão e o poder de influência do Opus Dei estariam assegurados.
Trabalho
Pode acreditar: numerários e supernumerários estão por toda parte, talvez bem mais perto do que você imagina. Afinal, é justamente essa a proposta do Opus – ser uma legião de homens e mulheres comuns, que se misturam ao mundo real para transformá-lo de dentro para fora. Do motorista de táxi ao ministro de Estado, da dona-de-casa à diretora de uma multinacional, todos devem ser engrenagens e trabalhar silenciosamente pelos objetivos da organização. Como dizia Josemaría Escrivá, fundador do grupo: “Seja santo. Santifique-se em seu trabalho. E santifique os outros com seu trabalho”.
Quem defende a instituição religiosa das acusações de ultraconservadora, totalitária e conspiradora garante que não há nada de errado com suas tradições, muito menos de secreto ou misterioso nas ações de seus integrantes. “Para quem conhece e vivencia o Opus Dei, acima da pirotecnia fica a verdade: ele é uma entidade da Igreja Católica (...) cuja única finalidade é procurar o ideal da vida e de serviço cristão no meio do mundo, mediante a santificação do trabalho profissional, da família e dos deveres cotidianos”, afirma o jurista Ives Gandra Martins, num artigo publicado pelo jornal Folha de S.Paulo em 2005. “O Opus Dei tem como membros e trabalha com pessoas de todas as classes sociais. Ama e defende a liberdade de seus fiéis em todas as questões que a Igreja deixa à livre discussão dos católicos.”
Autonomia
O Opus Dei – expressão em latim que significa “Obra de Deus” – foi fundado pelo sacerdote espanhol Josemaría Escrivá em 1928. Trata-se de uma prelazia pessoal, figura jurídica da Igreja Católica que está prevista no Código de Direito Canônico (a constituição da Igreja). Ela dá aos seus membros o direito de seguir ordens do prelado (o líder máximo do Opus, que fica em Roma), em vez de obedecer à autoridade católica regional. Simplificando grosseiramente, é como se o grupo fosse um braço independente da Igreja, que não deve explicações a mais ninguém além do papa.
“A ascensão do Opus Dei à categoria de prelazia pessoal era o grande sonho de seu fundador”, escreve o jornalista espanhol Juan Bedoya em artigo recente no jornal El País. “Homem de grandes ambições, Escrivá queria livrar-se das dependências em relação aos bispos porque sua fundação, então com 70 mil integrantes – a imensa maioria leigos, homens e mulheres, celibatários ou casados –, tinha pouco a ver com os institutos e as congregações tradicionais.”
Os 70 mil seguidores de 25 anos atrás hoje são aproximadamente 87 mil. Na avaliação de Bedoya, esses números demonstram com sobras a situação especial desfrutada pelo Opus Dei dentro da sempre rígida Igreja Romana. “No último meio século, ninguém se destacou tanto quanto a Obra de Escrivá”, afirma o jornalista. “Não se pode dizer a mesma coisa de outras congregações clássicas, como os jesuítas, que hoje são apenas 19 mil no mundo todo.” Ainda assim, e apesar de estar presente em 64 países, o Opus continua sendo fundamentalmente espanhol. Na Espanha estão concentrados mais de 40% de seus membros. Outros 35% estão na América Latina. A organização também tem seus pés muito bem fincados na África e na Ásia. “Agora o objetivo é a conquista dos ex-países comunistas do Leste Europeu.”
Nesses 25 anos de história, o Opus Dei colecionou críticos. Alguns de seus detratores mais radicais chegam a chamá-lo de “máfia santa”. Outros o acusam de ser “uma Igreja dentro da Igreja”, com poderes excepcionais e muito dinheiro sendo colocado a serviço de um conservadorismo atroz. Em parte, essa fama se deve às estreitas relações que a organização cultivou com o regime fascista do ditador espanhol Francisco Franco, de 1939 a 1975. Josemaría Escrivá, o próprio, ouvia as confissões do “generalíssimo”, como Franco era conhecido, e muitos integrantes ou colaboradores do Opus Dei foram nomeados ministros de Estado enquanto durou a ditadura.
A organização chegou ao Brasil na década de 1950. Instalou-se inicialmente em Marília, no interior de São Paulo, e de lá acabou migrando para a capital, onde hoje mantém centros nos bairros do Pacaembu, de Vila Mariana, de Pinheiros e do Itaim, entre outros. Está presente também nas cidades de Campinas (SP), São José dos Campos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Niterói (RJ), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Londrina (PR) e Porto Alegre (RS). Entre numerários, supernumerários e sacerdotes, estima-se que o Opus tenha cerca de 1 700 integrantes por aqui.
Preeminência
A influência que a “Obra de Deus” exerce sobre o Vaticano pode ser medida pelo processo incrivelmente rápido de canonização de Escrivá – o 2º mais breve na história da Igreja Romana, atrás apenas do de madre Teresa de Calcutá (leia mais nas págs. 36 e 37). De acordo com Juan Bedoya, o papa João Paulo 2º chegou ao cargo protegido e impulsionado sobretudo pelo Opus Dei. E o atual sumo pontífice também dá sinais de profunda simpatia pela “Obra”. “A organização não gozou de trato especial com os papas Pio 12, João 23 e Paulo 6º, mas foi o movimento predileto do polonês João Paulo 2º, mais conservador que os anteriores”, diz o jornalista espanhol. “Com o papa Bento 16, a organização mantém a preeminência do passado.”

Final de semana com adrenalina nas alturas em Cidade Gaúcha

Os motores devem levar a adrenalina às alturas, neste final de semana, em Cidade Gaúcha. Isto, devido pelo fato de alguns dos melhores pilotos de Motocross do país e os mais hábeis do estado terem confirmado presença na 4ª Etapa do Paranaense de Motocross. 
Os treinos começam na manhã deste sábado (30) e os motores roncam pra valer a partir das 10 horas de domingo (31). Tanto os treinos quanto as corridas serão no Centro de Tradições Gaúchas (CTG), Sepé Tiaraju.
Para a Federação Paranaense de Motociclismo (FPM) Cidade Gaúcha, pelo menos durante este final de semana, será a capital estadual do motociclismo, haja vista, que as disputas atraem amantes das mais diversas modalidades sobre duas rodas.
As expectativas são de que 250 pilotos e 10 mil pessoas prestigiem as corridas nos dois dias de programação.
“O Motocross é considerado uma das modalidades mais importantes e respeitadas do Motociclismo e a cada ano encanta e ganha mais adeptos, com seus saltos e obstáculos. Por isso o espetáculo promete ser inesquecível”, comenta o presidente da FPM, Gilberto Rosa, o Juba.
Juba reforça que o show nas pistas está garantido com a presença de competidores talentosos, tais como: Ismael Rojas, Leonardo Souza, Willian Guimarães, Olavo Carpinski. Rodrigo Taborda, Felipe Menegasso, entre outros. “O que há de melhor. Só feras”, complementa.
O prefeito Alexandre Lucena diz que a cidade está preparada para receber competidores e visitantes de toda a região e que a prefeitura, por meio de sua Secretaria de Esportes, não poupa esforços para que todos se sintam acolhidos.
“Estamos colocando Cidade Gaúcha na rota dos grandes acontecimentos do Paraná. Para nós, fazer parte desta festa é uma honra. Tenho a certeza que todos serão muito bem recebidos por nossa população, que entre outras virtudes é muito hospitaleira”, observou.

28 agosto 2014

UMA FORMA DE PROTESTO CONTRA A IMPUNIDADE BRASILEIRA

Esse jovem, em forma de protesto, interpreta um adolescente infrator; realidade mais que atual no Brasil. Não se pode discordar de tal interpretação, pelo fato de demonstrar apenas o que realmente anda ocorrendo no país do futebol.
São tantas desgraças; tantos desafios. Que Brasil é esse? O país onde homens são frios...
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27 agosto 2014

O saldo do ex-bilionário Eike Batista? No vermelho

São Paulo – Eike Batista, o homem que já foi o mais rico do Brasil, está com o saldo negativo. É o que diz uma reportagem publicada neste sábado pela revista VEJA, após avaliar os bens do ex-bilionário no desmanche do império X.
Segundo a publicação, ao transferir 10,44% das ações da Prumo Logística, antiga LLX, ao fundo Mubadala, de Abu Dhabi, restaram "apenas" 800 milhões de dólares ao brasileiro.
No entanto, como Eike ainda possui uma dívida de 1,8 bilhão com bancos, o seu saldo é negativo: menos 1 bilhão de dólares.
No auge, Eike chegou a ter uma fortuna de 34 bilhões de dólares, mas uma maré de prejuízos, relacionados principalmente a sua antiga petroleira OGX, fez o seu império X desmanchar como se fosse feito de areia.
Na última semana, o ex-bilionário vendeu uma Lamborghini, seu brinquedinho que enfeitava a sua sala de estar, por 2,5 milhões de reais. O dinheiro foi usado para pagar as dívidas.
O carro foi apenas mais um objeto entre a lista de coisas que Eike precisou vender. Ele já se desfez de sua frota de aviões e helicópteros, e até do seu luxuoso iate, o Pink Flee, que acabou virando sucata.
Ainda segundo a reportagem da revista, os bancos não têm interesse em pressionar Eike a pagar todas as dívidas agora, pois perderiam mais ao registrar a baixa contábil em seus balanços.

26 agosto 2014

Médicos retiram feto de corpo de mulher 36 anos após gravidez na Índia

Médicos indianos removeram o esqueleto de um feto que estava dentro do corpo de uma mulher há 36 anos. A mulher, atualmente com 60 anos, ficou grávida quando tinha 24 anos. Entretanto, foi uma gravidez ectópica (fora do útero), e o bebê acabou morrendo, disse um dos médicos à AFP.
Na época, a mulher, que é de uma área rural pobre no centro da Índia, ficou aterrorizada com a ideia de fazer uma cirurgia para retirar o feto, e apenas buscou medicação para dor em uma clínica local.
A dor passou, mas acabou voltando anos depois, forçando a mulher a procurar ajuda médica em um hospital.
“Ela chegou reclamando de dor no abdômen”, disse o médico Murtaza Akhtar, chefe da área de cirurgia do Instituto de Ciências Médicas Salve, em Nagpur.
Os médicos sentiram um nódulo em sua barriga e temeram que fosse um câncer. Mas os exames mostraram a presença de uma massa calcificada. Os médicos contaram inicialmente eles não souberam identificar do que se tratava. “Era um esqueleto encapsulado em um saco calcificado”, disse o médico.
A mulher passou por uma cirurgia para a retirada da massa, que estava alojada entre o útero, os intestinos e a bexiga da paciente. “Ela ficou chocada ao descobrir o que tinha acontecido. Mas agora está bem e se recuperando”, disse Akhtar.
A equipe fez buscas na literatura médica e encontrou outro caso semelhante na Bélgica – no qual uma mulher ficou com um feto no abdômen por 18 anos após uma gravidez ectópica.
À esquerda, imagem de exame mostra massa encontrada no abdômen de uma mulher na China. Ela estava com um feto morto em seu corpo há 36 anos; à direita, foto mostra montagem do esqueleto do feto encontrado (Foto: Dept of Surgery/N K P Salve Institute of Medical Sciences/AFP)

Homem declarado morto é achado 37 anos depois vivendo com outro nome

Um canadense que tinha desaparecido em 1977 após um incêndio em um celeiro na província de Ontário, no Canadá, foi encontrado vivo e morando em Oklahoma, nos EUA, acordo com a polícia de Ontário.
O homem tinha sido declarado morto em 1986, nove anos depois do incêndio registrado no celeiro de sua propriedade. As equipes de resgate chegaram a cavar na tentativa de encontrar seu corpo na época, mas não tiveram sucesso.
As autoridades disseram que Ronald Stan, que tinha 32 anos quando desapareceu, foi descoberto recentemente vivendo sob o nome de Jeff Walton em Oklahoma.
Apesar de viver com outro nome, a polícia disse que ele não deve enfrentar acusações criminais no Canadá.
Ronald Stan tinha desaparecido em 1977 em Ontário (Foto: Reprodução/Facebook/Tahlequah Daily Press)

25 agosto 2014

4 dos serial killers mais sanguinários os de todos os tempos

Veja quatro assassinos que, além de serem extremamente cruéis e loucos, se tornaram notórios por também se dedicarem a fatiar e devorar parte dos corpos de vítimas. Confira a seguir:
1 – Richard Trenton Chase
Chase foi um serial killer norte-americano que matou seis pessoas no intervalo de um mês na década de 70, recebendo o apelido “Vampiro de Sacramento” por beber o sangue de suas vítimas e devorar partes de seus corpos. Segundo o assassino, o motivo de seus crimes era prevenir que nazistas amigos de alienígenas transformassem seu próprio sangue em pó através de um veneno que eles haviam colocado sob a saboneteira que ele tinha em casa.
Suas vítimas foram Ambrose Griffin, um engenheiro de 51 anos de idade, Teresa Wallin — que estava grávida —, Evelyn Miroth, de 38 anos, Don Meredith, vizinho de Evelyn, assim como Jason, de 6 anos, e David de 22 meses, filho de sobrinho de Evelyn, respectivamente. Todas as vítimas foram mortas a tiros, e Chase foi pego depois de ser visto por uma testemunha enquanto tentava se livrar dos corpos.
O serial killer foi condenado a morrer na câmara de gás, mas acabou cometendo suicídio na prisão, morrendo devido a uma overdose de antidepressivos que o médico da instituição havia prescrito.
2 – Jeffrey Dahmer
Conhecido como “Canibal de Milwaukee”, Dahmer foi responsável por abusar, torturar, matar e devorar partes dos corpos de 17 homens e meninos entre os anos de 1978 e 1991. O primeiro assassinato ocorreu quando o canibal tinha apenas 18 anos de idade, e Dahmer foi preso depois de uma de suas vítimas, Tracy Edwards, ser vista correndo pela rua com algemas.

O rapaz contou à polícia que o canibal havia tentado matá-lo, e quando foram investigar, apesar de Dahmer alegar que tudo não passava de uma confusão, os oficiais encontraram fotos de corpos esquartejados em posse do assassino. Ao revistar o apartamento, os investigadores encontraram um verdadeiro cenário de terror.
Os policiais descobriram várias cabeças guardadas no freezer, dois crânios enfeitando o computador e um barril contendo vários membros em decomposição. Os investigadores também encontraram evidências de que Dahmer consumia a carne de suas vítimas. O canibal foi sentenciado a 937 anos de prisão em 1991, mas, em 1994, morreu depois de ser espancado por outro preso.
3 – Joachim Kroll
Kroll foi um serial killer e canibal alemão que, embora tenha sido condenado pela morte de 8 pessoas, admitiu ter assassinado ao menos 13. Também conhecido como “Canibal de Ruhr”, Kroll foi preso em 1976, depois de policiais que investigavam o desaparecimento de Marion Ketter — uma menina de 4 anos — em um prédio residencial ouvirem uma história estranha de um dos moradores.
O homem em questão contou que após perguntar ao vizinho — Kroll — se ele sabia o que poderia estar entupindo o encanamento do prédio, ele simplesmente respondeu “tripas”. Os policiais foram ao apartamento do assassino, e encontraram o corpo da menina cortado em pedacinhos. Alguns pedaços estavam guardados na geladeira, enquanto que uma das mãos estava sendo cozida em uma panela com água fervente.
Os investigadores também descobriram que os intestinos de Marion realmente estavam obstruindo o encanamento. Kroll contou à polícia que costumava fatiar partes dos corpos de suas vítimas e prepará-los para economizar na conta do supermercado e, em 1982, o canibal foi condenado a cumprir nove sentenças de prisão perpétua. Ele morreu na cadeia em 1991, depois de sofrer um ataque cardíaco.
4 – Andrei Chikatilo
O ucraniano Chikatilo se tornou famoso depois de confessar ter assassinado 53 mulheres e crianças entre 1978 e 1990, além de ter devorado dezenas delas. Também conhecido como “Açougueiro de Rostov”, o serial killer cresceu atormentado pela história de que um de seus irmãos teria sido sequestrado e devorado por seus captores durante o Holodomor, genocídio provocado por Stalin e que resultou na morte de 12 milhões de pessoas por falta de comida.
Chikatilo era impotente e só conseguia chegar ao clímax sexual depois de matar suas vítimas a facadas. O assassino costumava assediar suas presas — a maioria crianças — em estações de ônibus e trens, oferecendo a elas brinquedos e doces. Embora estivesse na mira da polícia, o ucraniano conseguiu se safar até que foi finalmente capturado ao ser flagrado pelas autoridades quando tentava abordar crianças.
Durante o julgamento, Chikatilo foi mantido dentro de uma espécie de jaula para evitar que os familiares de suas vítimas o matassem com as próprias mãos, e se descreveu como uma besta louca e aborto da natureza. O Açougueiro de Rostov ainda descreveu como fatiava e consumia partes dos corpos de algumas das pessoas que ele matou, sendo executado com um tiro na cabeça em 1994.
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