22 outubro 2014

Histórias de Cidade Gaúcha - PR: a caçada à onça

Em Cidade Gaúcha, no Noroeste Paranaense, em 1957, os pioneiros Fernandez e Euclides decidiram caçar uma onça que invadiu o chiqueiro de Fernandez e comeu alguns porcos. Entretanto, o que os caçadores não esperavam é que a onça, matreira como era, não cairia tão fácil na emboscada.

Nos anos 1950, Cidade Gaúcha, que surgiu para abrigar migrantes do Sul do Brasil, era um pequeno vilarejo envolto por mata primitiva. Um lugar onde a derrubada de mata e as queimadas faziam parte do cotidiano. Em meio a tal cenário já despontavam as onças, animal que foi considerado o mais perigoso da fauna do noroeste.

Onça caçada por Fernandez e Euclides em 1957 (Foto: Ordem do Carmo)

Na descrição dos pioneiros de Cidade Gaúcha, eram “enormes gatos” com um “miado” díspar e grave que ressoava pelo povoado durante a noite e podia ser ouvido a quilômetros de distância. Chamava atenção pela estatura, pois grande e pesada ainda conseguia ser veloz. O animal se pendurava nos galhos das árvores mais altas e lá ficava imóvel por horas, até o momento oportuno de dar o bote.
Os pioneiros Euclides e Fernandez relataram décadas atrás que era muito complicado matar uma onça. No entanto, o juízo sempre cedia à cólera quando um colono chegava em casa e se deparava com alguns de seus animais mortos ou levados pela felina. Exemplo foi o colono Fernandez que perdeu parte da criação de porcos para a onça. Irascível, o pioneiro previu o retorno do animal conhecido por dizimar criações de suínos, bovinos e equinos.
Fernandez não imaginou outra solução que não caçá-la antes que levasse o que sobrou da criação. Contou com a parceria do amigo Euclides, exímio caçador que há muito tencionava eliminá-la. O fato das baixas nas criações serem sempre provocadas pelo mesmo animal despertou um misto de ódio, excitação e senso de justiça. Não reconheciam que o invasor por aquelas bandas era o homem e não a onça.
A caçada mal sucedida
Tudo foi preparado previamente, e no dia seguinte pela manhã, Euclides e Fernandez, acompanhados de dois cães de caça, se embrenharam na mata. Depois de percorrer alguns quilômetros a pé, soltaram os cachorros para farejarem os rastros da onça. Logo começaram a rosnar e latir, até que de repente o silêncio tomou conta do lugar. Um dos cães sumiu e o outro retornou ofegante e assustado. Para Fernandez, só podia ser um sinal de que a inimiga estava próxima. Ajeitaram os gatilhos das espingardas e, sem piscar, deram alguns passos até ouvir o som que emanava dos galhos de uma árvore. Lá estava a felina, como se os aguardasse, atenta a cada movimento dos caçadores.
Quando Fernandez deu o primeiro tiro o animal saltou. Com as patas, dilacerou-lhe braços e ombros – na região da escápula e do úmero. O estrago foi tão grande que o homem sentiu as garras da onça roçando os ossos. Para piorar, o gatilho da espingarda de Euclides falhou no momento do ataque. Desesperado ao vê-la sobre o companheiro, o caçador tirou uma peixeira da cintura e a golpeou. Mesmo ferida, a felina atacou os dois braços de Euclides, destruiu a espingarda e depois fugiu pela mata.
Frei Ulrico Goevert em Cidade Gaúcha no dia da caçada (Foto: Ordem do Carmo)
Apesar de muito machucados, os dois foram encontrados por colonos e levados para o hospital de Rondon. Lá, segundo o frei alemão Ulrico Goevert, que vivia em Paranavaí, estavam com febre alta e braços e ombros atados.
Dias depois, os colonos voltaram à rotina. Mas só até a mulher de Fernandez revelar que a onça levou o seu melhor porco. “A raiva o cozinhou por dentro. Parecia que a vergonha causada pela onça doía-lhe mais que o ferimento nos ombros”, comentou Frei Ulrico no livro “Histórias e Memórias de Paranavaí”. À época, o padre estava participando de uma missão religiosa em Rondon e Cidade Gaúcha.
Uma nova emboscada
Sem pestanejar, Fernandez pegou novamente a espingarda, a municiou e foi até a casa de Euclides convidá-lo para a caçada. O amigo aceitou, ajeitou a peixeira na cintura e seguiu o companheiro. De acordo com os caçadores, era preciso mais cautela porque a onça ferida sempre foge do perigo. Acompanhados por um cão de caça, seguiram as pegadas do animal e o avistaram devorando o pernil de um leitão. Rapidamente, Fernandez puxou o gatilho e acertou o peito da onça que ainda tentou resistir, mas faleceu.
A primeira coisa que fizeram foi medir a felina. Tinha 2,64m de comprimento e pesava mais de 100 quilos. Orgulhosos, Fernandez e Euclides tiraram várias fotos ao lado da onça-pintada morta. “Quando vi a magnífica pele do animal já curtida brotou em mim o desejo de pendurá-la no Seminário Carmelitano Teresiano de Vocações Tardias, em Bamberg [no Estado da Baviera, na Alemanha], para despertar nas novas gerações de missionários a alegria da caça à onça”, destacou o padre alemão. A pele da felina foi leiloada por cerca de dois mil cruzeiros e o dinheiro doado para o Hospital de Rondon que atendia principalmente os mais pobres.

Chip Mondex e a Marca da Besta: realidade ou ficção das mais fantasiosas?

 Há alguns anos, se originou na internet através de correntes de emails rumores de que o tal “Chip Mondex”, que é uma tecnologia de smartcards da MasterCard, pode ser considerado “A Marca da Besta”.
De acordo com essas informações que foram amplamente disseminadas por apresentações de PowerPoint, o Mondex é um chip que pode ser implantado sob a pele das pessoas, supostamente na região da mão direita ou no próprio rosto, com o objetivo de permitir que as pessoas possam ser identificadas e até mesmo realizem compras com dinheiro virtual – tudo com base nos dados contidos no microchip.
Alguns religiosos fizeram um paralelo das informações sobre o Mondex com trechos da Bíblia, especialmente no livro do Apocalipse, em que existem descrições da “Marca da Besta” – algo que pode ser entendido como um método de compras e vendas que só se tornará realidade com a aprovação de um governador mundial que deve ter sua marca registrada em todas as pessoas vivas, especialmente na mão ou no rosto delas.
Os profetas de plantão já avisaram
Com um suposto microchip implantado sob a pele e com esses trechos da Bíblia amplamente divulgados, você pode começar a entender por que muitas pessoas começaram a associar alguns fatos de modo errôneo e precipitado. Isso ocorreu principalmente porque muitas informações eram desencontradas e não batiam, o que gerou (e gera até hoje) bastante confusão.
Na verdade, chips do gênero já existem há algum tempo e são chamados de RFID ou NFC, sendo que fazem uso de sinais de rádio para passar informações e possuem inúmeras aplicações. O foco das apresentações em slides do Mondex que foram divulgadas há tempos (e que permanecem vivas no imaginário de muitos) caiu exclusivamente sobre o próprio Mondex, enquanto existem muitas outras aplicações e tipos de chips RFID ou NFC.
Como existem outros microchips que podem ser inseridos sob a pele das pessoas além do Mondex (como é o caso do VeriChip, capaz de conter dados médicos e geográficos dos seus donos em caso de emergência), não existe qualquer indício de que a mão direita ou o rosto são os lugares propícios para tal implante – eles podem ser implantados em outras regiões do corpo sem problemas.

Uma marca para toda a vida
Além disso, os rumores da “Marca da Besta” também afirmavam que o microchip não pode ser removido, já que pode explodir e contaminar o organismo do usuário com seus componentes químicos. Isso não foi comprovado, já que casos do gênero não foram identificados até o momento. E lembre-se do mais importante de tudo: esses microchips não são obrigatórios e o governo não quer implantá-los a força – deixe as teorias de conspiração de lado.
As pessoas que quiserem colocar um dispositivo do gênero podem fazer isso de livre e espontânea vontade, já que as aplicações variam conforme o seu objetivo – por exemplo, existem microchips que controlam os dados de diabetes de pessoas que sofrem com a doença. Inclusive, um redator do TecMundo implementou um microship em seu corpo, como você pode conferir aqui.
E, por último, frisamos novamente: o nome Mondex pertence à empresa MasterCard e se refere à tecnologia presente nos cartões smartcards e não possui relação com implantes de chips em seres humanos. Por isso, acalme-se, pois o Mondex parece ser só mais uma das lendas da internet.
FONTE(S): True of Fiction E-Farsas Mondex Smart Card

21 outubro 2014

Criatura marinha de cor roxa e forma bizarra pode te surpreender na praia

A natureza está sempre nos presenteando com animais incríveis, mostrando que ainda existem muitas criaturas que não conhecemos e nem fazemos ideia de onde elas possam vir.
Pois uma dessas criaturas surpreendeu alguns banhistas da praia de Olivença, na Bahia, no verão passado. A estrutura era roxa e parecida com um balão cheio, que despertou a nossa curiosidade para conhecê-la um pouco melhor e apresentá-la a vocês.
O organismo em questão é a chamada caravela-portuguesa (ou barco-de-guerra-português) — Physalia physalis — que, na verdade, não é uma água-viva, e sim uma colônia de animais do grupo dos cnidários e da ordem das Siphonophoras.
Criatura marinha de cor roxa e forma bizarra pode te surpreender na praia
Colônia
À primeira vista, ela se parece como um animal único mesmo, mas é formada por quatro pólipos ligados entre si, que não podem sobreviver independentemente. São eles: o pneumatóforo (a parte que você vê cheia de ar), os domonoctozooides (que formam os tentáculos), os gastrozooides (que formam os "estômagos" da colônia) e os gonozooides (que produzem os gametas para a reprodução).
O que mais chamou a atenção dos banhistas na praia baiana, além de sua transparência e forma inflada, foi a sua cor arroxeada muito bonita.
Veja abaixo o vídeo completo:
A espécie também pode ser mais azulada e possui tentáculos cheios de células urticantes, o que pode ser perigoso para os humanos, mas não faz mal algum para a tartaruga-marinha, que é imune ao veneno e aprecia a caravela-portuguesa como parte de sua alimentação. Quem sabe você também não encontra uma dessas durante este verão?
Fonte: Sploid The Huffington Post

20 outubro 2014

1,5 milhão de bexigas trouxeram o caos para essa cidade

Em 1986, Cleveland provou de uma vez por todas que os balões, vistos pela maioria de nós como um símbolo de festividades e celebrações, também pode servir como algo surreal, assustador e caótico.
Tudo começou com o objetivo superficialmente impressionante, mas fundamentalmente desastroso, de definir o recorde mundial de balões de hélio lançados simultaneamente. O fotógrafo Thom Sheridan capturou imagens deste evento bonito, mas eventualmente catastrófico. 
Este feito, que envolveu o lançamento de 1,5 milhão de balões de látex com hélio, foi apelidado de Balloonfest '86. Foi organizado pela United Way como uma espécie de evento de caridade, mas o evento inesperadamente caótico acabou causando mais danos do que o levantado. 
Os balões colidiram com uma frente de ar mais frio e uma chuva inesperada os derrubou, obstruindo a terra e vias navegáveis ​​do Nordeste do Ohio. Nos dias seguintes ao evento, os balões foram vistos até no Lago Erie, no Canadá. 
Dois pescadores, Raymond Broderick e Bernard Sulzer, que tinham saído no dia 26 de setembro, foram dados como desaparecidos por seus familiares no dia do evento. As equipes de resgate avistaram seu barco ancorado em meio a milhares de balões, mas os corpos foram encontrados duas semanas depois. A esposa de um dos pescadores que se afogaram processou a United Way e a empresa que organizou o evento. [BoredPanda]
Confira algumas fotos do fatídico evento:

Funcionária de Usina de Cidade Gaúcha-PR viola Direito de Privacidade de funcionário. Como denunciar uma invasão de privacidade?

A verdade foi calada, diante de um mundo de hipocrisia e falta de caráter. Mas permanecerá em cada racional capaz de discernir o real do fantástico. - Carlos Augusto de Andrade.

O caso da Invasão de Privacidade foi resolvido!

A verdade foi calada, diante de um mundo de hipocrisia e falta de caráter. Mas permanecerá em cada racional capaz de discernir o real do fantástico. - Carlos Augusto de Andrade.

54 ANOS ANDANDO PARA TRÁS: Cidade Gaúcha é só festa, mas fora do gabinete de Alexandre Lucena

A verdade foi calada, diante de um mundo de hipocrisia e falta de caráter. Mas permanecerá em cada racional capaz de discernir o real do fantástico. - Carlos Augusto de Andrade.

Adolescente se suicida em Cidade Gaúcha-PR

A verdade foi calada, diante de um mundo de hipocrisia e falta de caráter. Mas permanecerá em cada racional capaz de discernir o real do fantástico. - Carlos Augusto de Andrade.

19 outubro 2014

25 fotos do magnífico e macabro mundo visto sob um microscópio

Os pontos turísticos mais estranhos do universo podem estar bem na sua frente - basta olhá-los em uma escala bastante pequena. O universo microscópico é cheio de belas e aterrorizantes paisagens. Confira algumas das melhores imagens microscópicas de todos os tempos.
Uma formiga segurando um microchip em suas mandíbulas
Ovos da borboleta em uma planta de framboesa
Uma micro-rachadura no aço
Poeira doméstica (com peles de gato, cabelo comprido, fibras sintéticas e de lã, um grão de pólen e restos de insetos)
Agulha e linha
Bactéria E.coli no alface
Pelos da barba: cortada com navalha (à esquerda) e com barbeador elétrico (à direita)
Uma asa de mariposa
Cabeça de um peixe zebra embrionária com ampliação de 500x
Casca de banana
Um pedaço de dentina com túbulos dentinários do dente humano, após a desmineralização com condicionamento de 37% de ácido fosfórico durante 15 segundos e 10% de hipoclorito de sódio durante 1 minuto.
Pele de tubarão (à esquerda) e um pé de uma mosca (à direita)
A cabeça de uma larva de uma mosca varejeira
Um ácaro, ampliado cerca de 850x
Folhas de aipo, com ampliação 85x
Cloroplastos nas células vegetais
Maconha
Folha de abacaxi, com ampliação 85x
Tomate seco ao sol, a ampliação 250x
Perna de um Lagartixa
Maracujá, com 32x de ampliação
Um verme marinho, com ampliação de 58x
Aço
Um broto de um dólar de areia com ampliação de 4348x
Abdômen de um mosquito

18 outubro 2014

1 EM CADA 3 HOMENS TEM NOJO DE FAZER SEXO ORAL NA PARCEIRA, APONTA ESTUDO

A prova de que o mundo está perdido e que os homens hoje em dia estão decepcionando, é o resultado de uma pesquisa realizada em 2014 pela empresa Sex Wipes no estado de São Paulo, que revelou que quase metade deles (43%) não realiza esta modalidade de sexo na companheira com frequência.
Foram entrevistados 1.252 homens heterossexuais e sexualmente ativos com idades entre 18 e 30 anos. Destes, 78% afirmou receber sexo oral frequentemente na relação, enquanto quatro em cada 10 não o pratica de volta.
Dos que afirmaram realizar a modalidade com frequência, mais de um terço (35%) revelou sentir nojo durante a prática. Para estes, o medo de ser considerado gay ou ser traído são alguns dos fatores que influenciam para a decisão de fazer sexo oral, apesar de se incomodarem com o cheiro ou aspecto da vagina. Outros são:

Porque estou com tesão e não penso na hora
Porque amo minha parceira
Para dar prazer a ela
Para retribuir
Para os 43% que declarou não realizar sexo oral nas parceiras, as principais razões para isso são:

A vagina cheira muito mal
A vagina tem gosto ruim
A vagina é muito úmida
A vagina tem muito pelo
A vagina é feia, desagradável de se olhar
Sou egoísta
Não acho que a boca foi feita para isso
Outros motivos listados, além do nojo, foram medo de contrair DST, religião, falta de confiança na parceira e a falta de vontade da própria parceira.
Outra pesquisa, realizada pela empresa Nielsen em todo o Brasil, revelou um dado alarmante: 90% dos jovens entre 15 e 29 anos não utiliza preservativo ou qualquer tipo de proteção para a prática do sexo oral.
Há quem faça sexo oral sem camisinha porque acredita que o preservativo tira a sensibilidade. A sexóloga Carmen Janssen recomenda o uso de camisinha ultra-sensíveis, que são mais fininhas. Outra dica da profissional é colocar um pedacinho de gelo ou bala de menta na boca, o que faz os lábios e a língua ficarem geladinhos e aumentarem o prazer do sexo oral mesmo com camisinha.
Para o sexo oral protegido em mulheres, não adianta usar a camisinha feminina, pois ela é interna e não vai proteger contra DSTs. A dica é usar um papel filme, aquele de cozinha, ou mesmo uma camisinha masculina cortada ao meio para cobrir a vulva e impedir o contato direto entre a boca e a região íntima.
Não é apenas o homem que pode vai se proteger neste caso. Segundo Carmen, uma das DSTs que podem ser transmitidas no sexo oral é a herpes, doença que pode passar da boca do homem para as genitais da mulher, e vice-versa. “O HPV também pode ser transmitido nessa prática, entre outras doenças como a hepatite, a gonorreia, a clamídia e a sífilis, principalmente se a pessoa tiver um corte pequeno, ulceração ou afta na boca”, explica. Por isso, proteção é fundamental no sexo oral, seja no homem como na mulher.
chupadinha
Fonte: Bolsa de mulher
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